QUIROMANCIA E QUIROLOGIA

A quiromancia é o nome pela qual se denomina a milenar interpretação dos símbolos encontrados nas mãos. Mas, na verdade, não é a correto utilizar a palavra quiromancia, ao estudo sério da leitura de mãos, pois o significado etimológico se refere a um ato de adivinhação (quiro = mão / mancia = adivinhação).
O estudo sério e cientifico remonta às suas origens escriturais e tem suas bases no Shariraka e Samudrika Shastra, textos védicos milenares hindus.
Enquanto a quiromancia foi conhecida quando tribos de ciganos no Norte da Índia migraram para a região de Tlibisi, no Sul da Rússia, utilizando-se da leitura de mãos para “adivinhar” o futuro e assim ganhar o seu sustento, a leitura de mãos conhecida como quirologia começou como um estudo sério por parte de sábios hindus há quatro mil e quinhentos anos. A forma das linhas das mãos sempre causou muita curiosidade.
Médicos ayurvédicos e sábios hindus perceberam que pessoas com as mesmas doenças tivessem traços semelhantes nas linhas das mãos. Posteriormente observaram que a mesma relação acontecia com características psicológicas e com fatos ocorridos na vida. Assim, essas informações foram armazenadas num banco de dados que perdura até os dias atuais. Por se tratar de um estudo sério, quando o Shariraka e o Samudrika Shastras foram levadas para a Europa, foram conhecidas como quirologia ou quirosofia.
Durante muitos séculos, a quirologia foi uma forma rápida e eficiente de acessar a personalidade de alguém e serviu como um valioso instrumento para a orientação pessoal e o auto-conhecimento, além de mostrar para a pessoa seus potenciais e apontar previsões importantes, para as quais ela possa se preparar para tirar o máximo proveito.
Certamente, fazer contato consigo mesmo é o primeiro passo rumo à melhora da qualidade de vida. A Datiloscopia, que no final do século XIX começou a ser utilizada em todo mundo para identificação através das impressões digitais, teve origem na quirologia. Em 1913, durante o Segundo Congresso de Ciências Psíquicas Experimentais, realizado em Paris, a quirologia é reconhecida oficialmente como um ramo especializado da psicologia. Em 1944, Julius Spier publica o livro The Hands of Children, e consegue a adesão do Dr. Carl Jung. Mais tarde o livro The Hands of the Mentality estabelece o princípio de que a psique influencia inconscientemente na formação das linhas das mãos.
Este conhecimento, junto a descobrimentos dentro da área da genética estimularam a Maharaja para criar a Psicoquirologia em 2003.
De acordo com Maharaja, a Psicoquirologia foi criada em 2003, mas os primeiros psicoquirólogos foram Julius Píer e Carl Jung.
Maharaja afirma que Deus dá á cada pessoa a capacidade de ter sucesso e ser feliz na vida, sendo que as instruções para obter estes, estão escritas nas linhas das mãos.
Da mesma maneira, que um carro zero km vem com o manual do usuário para utilizar corretamente o produto, todos os seres humanos nascem com as instruções estritas no código genético manifestado nas mãos.
A través da leitura desses códigos, pode-se obter o segredo que permite chegar ao sucesso na vida.

PSICOQUIROLOGIA

A psicoquirologia é uma técnica de diagnóstico que permite traçar o perfil psicológico do indivíduo através da leitura das linhas, signos, e demais características que aparecem nas mãos. Esta técnica reúne conhecimentos antigos e novos, com a finalidade de aproveitar corretamente a experiência da humanidade ao longo do tempo.

A palavra Psicoquirologia (psico = alma / quirologia = estudo das mãos) significa conhecer a alma de uma pessoa através da leitura das mãos e foi descoberta em 2003 por Maharaja quando uma paciente com câncer nos olhos se curou através do diagnóstico pela leitura de mãos.

Maharaja percebeu que cada ser humano é um Sistema Existencial que é totalmente Responsável, direta ou indiretamente, pelo que acontece na sua vida. Assim define a cada pessoa como S.E.R. (Sistema Existencial Responsável).

Esta nova técnica consiste num conjunto de disciplinas (quirologia, gemoterapia, psicologia, datiloscopia etc.) que trabalham através do emocional sobre a estrutura genética do indivíduo.

Oriundos da medicina ayurvédica, originada há mais de quatro mil e quinhentos anos na Índia, a humanidade vem somando experiências e exemplos que permitiram montar mapas de diversas mãos e compará-las entre si. Esta soma de experiência durante milhares de anos de história, comprova que os resultados destes estudos são efetivos, pois, se assim não fosse, não duraria até os dias atuais.

Muitas pessoas se perguntam como é que podem ser diagnosticados fatos do passado, presente e futuro pelas mãos. Acontece que em todos os órgãos do corpo existem as mesmas informações genéticas. Por isso, os órgãos do corpo seguem direcionamentos parecidos, geneticamente falando. Uma mão, o estomago, o coração, os olhos, e até um fio de cabelo, guardam informações genéticas idênticas.

O princípio filosófico de "União na diversidade" está baseado na afirmação de que "cada parte de uma unidade existe no TODO e que a essência do TODO está presente em cada parte".

Isto se deve a que as diversas partes de uma unidade são regidas pelas mesmas normas. Como o DNA do cabelo é igual ao DNA da mão, por exemplo. Isso é o que faz que uma unidade tenha as suas características individuais próprias.

Um indivíduo é uma unidade. Portanto, cada indivíduo é uma totalidade em si próprio. O quê difere de um indivíduo para outro? O conjunto de características individuais próprias que apresenta, o que acaba sendo diferente de outro ser. Se um indivíduo não tivesse características próprias, o quê faria dele ser diferente dos outros?

Parece haver no Universo, leis de respeito à individualidade. Por exemplo, um ponto no espaço não pode ser ocupado por dois corpos ao mesmo tempo. Da mesma maneira, não pode haver duas unidades completamente iguais.

Por este motivo, podemos encontrar que um ser vivo possui um DNA característico de si próprio, que se diferencia dos demais indivíduos e que não se encontra outro exatamente igual em toda a criação Universal. Não existem dois flocos de neve, iguais e exatos na criação material. Não existem duas impressões digitais iguais no Universo e na história.

O DNA é uma parte do TODO. É a essência do TODO e, ao mesmo tempo, se encontra em cada parte. Uma pequena parte de nós leva o código de todas as nossas características. Dessa maneira, nos traços encontrados na mão ou na íris de uma pessoa, levará características do mesmo código que na totalidade, sem dúvida.

Por este motivo, não encontramos uma pessoa que tenha um braço branco e outro negro. Existe uma partícula que regulamenta o TODO.

Há uma lógica na detecção de qualidades de uma unidade individual. Por exemplo, se vemos somente uma mão de uma pessoa, podemos saber qual a raça do sujeito. Por outro lado, um médico pedirá um exame específico de sangue para saber as características do fígado, pâncreas, etc.

Não precisamos ver todo o corpo para saber as características do TODO. Cada órgão do corpo humano pode estar tendo características implícitas e sutis acerca de outros órgãos do corpo. Por exemplo, uma pessoa obesa pode estar mostrando que seu coração está pré-disposto a ter problemas. Pode ser que não seja uma regra geral, mas as estatísticas mostram que é assim.

Por algum motivo não explicado, há mais de quatro mil anos, alguns sábios hindus perceberam este fato e estudaram as características das mãos como método de diagnóstico.

Muito depois, no século xx, as impressões digitais serviram para detectar a identidade cível de cada cidadão, justamente por não se repetir características individuais em duas pessoas.

Assim como acupuntura é uma ciência milenar que é reconhecida mundialmente pelos resultados satisfatórios, após a comprovação dos resultados obtidos pela quirologia, decidimos criar a psicoquirologia, que resgata o conhecimento e a experiência de um povo e o transporta aos dias atuais de maneira analítica e séria, como uma técnica de diagnóstico psicológico, que pode ajudar-nos no atendimento de pessoas no mundo globalizado de hoje.